quarta-feira, 20 de março de 2013
A tal da vergonha
Um jornalista do The New York Times em artigo publicado pelo Estadão diz que – “O México parou de ler”. Diz o articulista que apesar de avanços econômicos, o país está entrando em um colapso social, porque muitos dos seus cidadãos não leem… Bom, mas espere aí, e o que dizer do Brasil, onde os jovens não leem nem bula de remédio? Não leem mesmo, nem escrevem uma redação sem brutalidades ortográficas e sintáticas. Futuro? Incompetências diplomadas!
terça-feira, 19 de março de 2013
Vergonha das tuas paixões
Um certo aluno em uma aula oratória, na fase dos 40 anos, foi chamado a falar e negou-se. Disse ao mestre que ela era uma nulidade na vida, não sabia fazer nada bem feito, não tinha idéias e sobre nenhum assunto poderia falar num a aula de oratória, estava no curso só para passar o tempo. O mestre não se deu por vencido: – “Mas como você diz que não sabe de nada, não se envolve com nada, não posso acreditar, claro que você deve gostar de alguma coisa”…
Nesse momento, o tal aluno, timidamente, sussurrou ao professor que na verdade gostava de alguma coisa sim, mas que tinha vergonha de falar. Acabou contando que tinha uma formidável coleção de caixinhas de fósforos, caixinhas de todo o mundo. Foi a gota.
O professor chamou o aluno lá na frente e disse que todos iriam ouvir um grande colecionador de caixinhas de fósforos. – Por favor, senhor fulano, fale! O aluno tinha dois minutos para falar. Segundo conta a história, se o tal aluno não tivesse sido interrompido estaria falando até agora, o sujeito literalmente “pegou fogo” falando de sua paixão. A lição que fica é essa, todos temos uma paixão, uma arte, um talento, escondido ou não. É dar rédeas a esse talento. Vai dar certo.
Nesse momento, o tal aluno, timidamente, sussurrou ao professor que na verdade gostava de alguma coisa sim, mas que tinha vergonha de falar. Acabou contando que tinha uma formidável coleção de caixinhas de fósforos, caixinhas de todo o mundo. Foi a gota.
O professor chamou o aluno lá na frente e disse que todos iriam ouvir um grande colecionador de caixinhas de fósforos. – Por favor, senhor fulano, fale! O aluno tinha dois minutos para falar. Segundo conta a história, se o tal aluno não tivesse sido interrompido estaria falando até agora, o sujeito literalmente “pegou fogo” falando de sua paixão. A lição que fica é essa, todos temos uma paixão, uma arte, um talento, escondido ou não. É dar rédeas a esse talento. Vai dar certo.
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