segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O que tiver que ser, será!

" Eu, o Velho Marujo. Tenho aprendido tais coisas, não por ser sábio, pelo contrário, no método da tentativa deveras exagerei na permissão de errar. E dentre aqueles que buscam ou buscaram por egoísmo, percebi que era o egoísta-mor, o principal dos mesquinhos, e que minha pequenez de espírito ultrapassou o permitido. Fiz-me vitima quando por vezes era o vilão. Mas, acreditem, aprendi! Cá estou. Porém, sem ideais intangíveis, inatingíveis ou sonhos mirabolantes, sem estar a procura do amor perfeito, o par perfeito, mas da cumplicidade perfeita,  já que perfeição é dadiva dos deuses e de divino nada temos. Pés no chão! Aprendi que existem sete mares, mas não preciso conhecer a todos ao mesmo tempo. Vamos navegar! Mas agora, um mar por vez! "

- O Velho Marujo.

Ás vezes sinceramente me pergunto se algum dia encontrarei um " alguém que seja meu ". Mas dizer " que seja meu " parece até que me refiro a um objeto. 
Muitas pessoas buscam o  seu " amor perfeito ", a plena felicidade ao lado de alguém.... Mas sabemos que essa plena felicidade não existe.
Não é ter alguém, e sim estar ao lado de alguém. Compartilhar os piores e os melhores momentos, caminhar, sonhar, errar e aprender ao lado de quem também te queira.
Há aqueles que preferem a solidão... há aqueles que preferem não se prender  a ninguém.
Não adianta negarmos, sempre estamos a procura de algo ou de alguém, lá no fundo todo mundo  sente essa vontade incontrolável de se arriscar...
Sonhe, viaje, conheça novas pessoas, sorria, expanda seus conhecimentos, seus conceitos, viva a si mesmo. Pois, apesar de " querermos algo ou alguém" tudo acontece no seu devido tempo, tudo acontece, exatamente, quando deve acontecer.. não importa a hora, o local, o clima. 
Simplesmente acontece....

E se você morresse antes?

E se você não tivesse tempo para fazer tudo que planejou? Já parou pra pensar nisso? Pois é, eu já. São muitos planos, e sonhos. Infindáveis coisas. Não vou listá-las pois já me demorei demasiadamente. Então, vamos ao devaneio. Já reparou que sempre adiamos os sonhos? "Ah, tudo bem. Esse ano não deu, mas ano que vem será o ano". E a grande questão: por que nos contentamos em viver assim? Empurrando tudo com a barriga, sempre. Deixando de lado coisas que nos fariam muito bem. Aceitamos tão bem que até nos convencemos que era bobagem. Não, não era bobagem. Não é bobagem. É claro que nem tudo sai como planejado. Mas e daí? Será que é covardia? Ou só estamos desacreditados? Já ouvi pessoas falando que dou o passo maior que a perna. Não retruquei. Não vou retrucar. Não ando com paciência para lidar com pessoas que deixaram seus sonhos passar e não fizeram nada. Apenas adiaram. E provavelmente nunca farão. Apenas sorrio. Eu não vou ser assim. Tenho ânsia de viver, ou pelo menos tentar. Não quero mais adiar sonhos. Não sei o que haverá amanhã. E na verdade, nem quero saber. Mas seja o que houver, não me absterá.

Que moda é essa?

Ela é jovem, tem 26 anos, faz novelas na tevê e tem a vida pela frente, essa é a hipótese, a vida pela frente. Dia destes, a moça, cujo nome preservo, deixou-se fotografar no "Castelo de Caras". Fez caras e bocas e algumas frases na entrevista que concedeu. Peguei uma das frases, afinal, você sabe, sou “caçador” de frases. Não sei o que seria de mim sem minhas frases, minhas e dos outros, mais dos outros que minhas. E as frases, sabemos, nos revelam. Por mais que vigiemos os lábios, cedo ou tarde, nos revelamos por uma frase fugidia…

Pois essa moça fez uma frase, e é isso o que interessa, que me levou a contestá-la. Contestar não é brigar, é discutir, e discutir, sabemos, leva à luz. Seria odiosa a vida se as frases fossem fechadas em si mesmas, sem que as pudéssemos contestar, discuti-las, invertê-las ou mesmo mandá-las ao diabo.

A frase da guria é esta: – “Sei que ficou fora de moda, mas me vejo em um casamento duradouro”. Ela tem 26 anos, tem vida cheia e diz que acredita, ainda que esteja fora de moda, que vai casar e o casamento vai durar. Agora é assim, pensa-se no casamento e casa-se já pensando na separação, quase apostando que não vai dar certo. E não vai mesmo, não com o que anda por aí vestido de homem. E que me desculpem os companheiros, as mulheres, ainda que frívolas, muitíssimas delas, ainda assim são mais confiáveis, são mais gente. São eles que acabam os casamentos, levando as parceiras ao desencanto, senão ao desespero.

Mas que é triste é, uma moça dizer que “espera”, ainda que fora de moda, um casamento que dure… Então, a moda é essa: casar já esperando pela separação. Que horror! São os tempos...

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Vai granito aí, Curitiba? Não, obrigada.

Novo desfecho na polêmica. Desta vez, não desagradou.
A atual gestão decidiu que vai utilizar o restante das placas de granito que já haviam sido compradas – mil metros quadrados – para concluir a revitalização das calçadas da Avenida Bispo Dom José, no bairro Batel. Os 4,2 mil metros quadrados restantes da obra serão finalizados com placas de concreto. As novas placas representam uma economia de no mínimo R$ 84 por metro quadrado. 

“Não vamos impor obras e fazer com que decisões sejam impostas de cima para baixo à população. Todo mundo gostou dessa solução e ela será feita a partir de agora”, disse o presidente do IPPUC, Sérgio Póvoa Pires.

Já é um começo. Isso mostra a todos que não devemos ficar calados perante a injustiça. O dinheiro é de todos, e para todos. Esperamos ver decisões sensatas também para o dinheiro que será economizado, já que ainda há bairros que não possuem calçadas. De certa forma, estou satisfeita. Por enquanto. Sem mais delongas, até breve.

P.S. se você tem sapatos italianos e não quer estragá-los, arrume alguém para te carregar no colo. 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Tapa na cara

Certos membros do judiciário dão um tapa na cara da sociedade honesta, e o fazem ao liberar para Natal, Dia das Mães, Páscoa, o que for, bandidos condenados. São os tais indultos de datas especiais. Acabei de ouvir na televisão que mais de 2.000 desses biltres condenados não voltaram à prisão depois das “férias” indevidamente a eles concedidas no Natal. Quem assina a saída dos bandidos tem que assumir por tudo o que eles fizerem de ruim fora da cadeia, prenda-se o seu “padrinho” de soltura… Chega. Chega de tapas na cara das vítimas dos bandidos e da sociedade trabalhadora.

Vai granito aí, Curitiba?


Nova polêmica. Mas diferente de outras, essa me chamou a atenção. Não por ser na minha cidade, mas por ser (mais) um desperdício de dinheiro público - na verdade, não sei porque o espanto - que deveria ser destinados para o bem de todos os curitibanos. Sim, pois é. Está sendo colocada calçada de granito (sim, meu caro leitor) texturizado e antiderrapante, que não sai por menos de R$ 70 o metro quadrado.
"O custo total dos trabalhos, incluindo iluminação e asfalto será de R$ 3,5 milhões, financiados pelo Fundo de Desenvolvimento Urbano, do governo estadual. Segundo o engenheiro responsável pela obra, a escolha do granito visa valorizar a área." Ah então assim, sim! Por que não falou antes? Se é pra valorizar a área tudo bem. Não tem problema. Pra quê se importar com os outros bairros que nem calçada tem? Imagina. Deixe que o povão que mora nos bairros pobres se lasquem! Podem andar no meio da rua, afinal, se morrer atropelado será menos um para cobrar melhorias. Ainda, olhando notícias sobre o tal assunto me deparo com o infeliz comentário: "Eu moro no Batel, acho que as calçadas tem que ser de granito mesmo para combinar com o nosso nível social. É muito ruim sujar o meu sapato italiano nessas calçadas 'vagabundas' de cimento." Olha meu querido, por mim, você pode pegar seus sapatos italianos e enfiar - exatamente isso que você pensou - num bazar pra vender e ajudar alguém que realmente necessite. Obras paradas, vamos ver até quando! Infelizmente, o granito é antiderrapante. O que é uma pena.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O que mais inventarão?

E agora essa: – “Prostitutas de Belo Horizonte têm aulas de inglês para se preparar para a Copa”. Tenho a primeira frase sugestão para essas aulas: – “No condom, no sex”. Quero dizer, sem camisinha, nada de sexo… E a outra frase é: Money first. Dinheiro primeiro.

Quanta ética...

Quando digo que ética nas empresas é tão rara quanto dinossauros  há quem me pense errado ou mau. Li no Estadão sobre empresas que foram duramente criticadas por produtos vendidos e sem a devida proteção ao consumidor. E os clientes nas redes sociais “queimaram” as empresas. O que fizeram seus diretores? Criaram um serviço especial de atendimento ao consumir em redes sociais. Mas ficou claro que – “Mais do que a intenção de resolver o problema do cliente, o que as empresas querem com essa agilidade é preservar a sua marca…” Leste bem? Preservar a marca, é isso o que lhes importa, aos chatos dos clientes um teatrinho para enganá-los. Éticos, hein!

E esse encantamento, é o que?

Ando encantada. Encantada pela vida, pela graça. Sorrisos fáceis, sonhos distantes. Estórias que me roubam a atenção. Pensamentos que vem, e vão. Nem sempre entendo, acho que nem quero entender. Sei que esse encantamento me pegou de jeito. Há tempos não tenho muita fé na humanidade, isso lá é verdade. Mas ainda acredito. Na verdade, voltei a acreditar. Pode ser que eu me arrependa, ou me surpreenda. Vou esperar, depois eu aviso. Talvez "isso" seja a convivência com pessoas interessantes, de ideias feitas. Mas ideias boas. Que se encantam também, e me encantam mais ainda. Me sinto bem agora. Gosto disso. E seja o que for, não quero que se vá. Desejo que esse encantamento pegue você também. Te faça acreditar. Aliás, te faça bem. Tanto quanto tem feito a mim. Te roube sorrisos, arranque suspiros e faça enxergar a beleza. Vamos sorrir mais, é saudável.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Homem não faz isso

Era um programa na televisão, desses programas populares, muitos sorrisos fáceis, gentilezas postiças, tudo leve, o mais gracioso possível. Agora é assim, ninguém pode falar sério, se o fizer que o faça sorrindo… Verdades, durezas nuas e cruas, ah, isso não, isso está fora da grade de programação das emissoras. Tudo tem que ser leve, sem qualidade, bem ao gosto e cara do telespectador maioria…

Mas como disse, era um programa de televisão onde tentavam falar sério, falavam sobre endividamento. A meu juízo, nada é mais sério do que falar de educação financeira, controle emocional diante dos ímpetos de consumo, essas coisas, enfim, que têm levado multidões ao sofrimento por confundir desejos com necessidades. Desejo eu tenho de ir ao Sudão, mas é só desejo, não necessidade. Necessidade eu tenho é de alimentar-me, isso sim. Desejo é uma coisa, necessidade é outra. Enfim, entre sorrisos, discutiam endividamento.

Todas as pessoas entrevistadas contavam, entre sorrisos, no que se tinham endividado. Todos davam suas explicações, fiz uma viagem, comprei carro, comprei roupas caras, isso e mais aquilo. Foi aí que uma morena contou que se endividou porque decidiu trocar toda a sua cozinha. Todos riram. Eu fiquei sério. Só não levantei da cadeira para dar um beijo nela porque beijaria a tela da tevê…

Por que fiquei tão aceso com o “endividamento” da moça morena? Porque ela se endividou tipicamente como mulher, pensou na casa dela, pensou na cozinha da casa dela, na família, homens não fazem isso. Os bermudões se endividam com besteiras, como crianças com pirulitos. Já a mulher não, ela pensou na casa dela, na cozinha, exatamente no lugar onde está o cérebro da casa. Não é no quarto do casal, não; no quarto estão as rotinas, as grandes decepções, os inesquecíveis desacertos, as impotências existenciais… Mulher que se endivida gastando na casa tem a minha admiração. Homem não faz isso.

Amanhã... Será?


Nos meus devaneios – que não são poucos – arrisco-me a pensar na vida. Não na minha, ou na sua. Na vida, como um todo. De tudo, de todos.
Não é incrível como coisas tão pequenas criam uma magnitude esplendorosa?
Algo que começa tão pequeno, e vai se desenvolvendo. Criando um fascínio tão grande, que poderia passar horas observando e nunca saciaria o desejo de conhecer, de dominar. Não sei como começa, talvez, ninguém saiba. Mas acontece e, no fim, é só isso que importa. Ah, a vida. Uma junção do amor ou da ciência e está lá: um ser tão pequeno com uma capacidade enorme de trazer mudanças. Às vezes boas, outras não. Mas há sempre uma esperança. Como uma planta que brota em meio ao solo árido, trazendo acalento ao aflito caboclo. A esperança que as coisas mudem. Que as pessoas mudem, que mudem o mundo. Que o novo ser – com sua inocência – consiga mudar. Novo tempo, novo riso, nova vida. Esperança que vai, esperança que fica. Por que não sonhar, não acreditar? Afinal, se não há esperança não há motivos para a vida.

domingo, 13 de janeiro de 2013

É em que ano?

Já estamos na segunda semana de 2013. E aí, já puseste em prática algum dos sonhos ou das promessas para o ano-novo? Ah, não era para 2013? É para o ano que vem, ah, tinha entendido mal, então. Desculpe! Ano que vem…

Vadiagem

Esfregue os olhos. Esfregou? Agora leia esta manchete: – “MEC vai dar bolsa de R$ 400 a cotistas”. Abaixo, lê-se: -“Valor será pago a estudantes que ingressarem em universidades federais”. Quer dizer, entrarem pela porta dos fundos, sem a meritocracia exigida dos “comuns”, e ainda ganham um “salário”. E quem vai pagar esse salário é o trabalhador brasileiro, dinheiro que não raro lhe falta para os próprios filhos. Governos populistas são assim, cumprimentam com o chapéu alheio e dane-se o mérito, a dignidade, a honra. Por falar nisso, algum condenado do Mensalão está preso…?

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Estereotipagem


Mais cedo, estava eu, divagando e me ocorreu que somos muito medíocres, não?! Perceba o que quero dizer. Como todos os dias, peguei o ônibus pra trabalhar – sou muito pobre, mas não vem ao caso – e me deparei com a seguinte situação: uma senhora entrou com uma criança pequena, e logo à sua frente estava uma moça com trajes um tanto sensuais. Até então, tranquilo, nada anormal. No outro ponto, a moça desceu. Foi então que eu ouvi a criança falar: - Que puta essa mulher! A mãe simplesmente concordou e não tocaram mais no assunto. Aí, eu comecei a analisar o comportamento humano. Cresci com os mesmos pensamentos, porque me ensinaram isso. Mas, me orgulho em dizer que fui atrás da minha verdade. Pessoas não são putas quando usam roupas pequenas. Não são preguiçosas por nascerem em determinada região do país. Não são inteligentes por serem asiáticos. É desse jeito que pretendem criar os filhos? Ensinando-os desde pequenos a criar esses estereótipos ridículos? E pior ainda, o que aquela fedelha tinha a ver com isso? Nem deve saber o que significa a palavra puta, e já se mete na vida alheia. Há quem diga que sou arrogante, e não é mentira. Também digo isso para algumas pessoas. Mas a verdade é: somos evoluídos demais pra aceitar esse tipo de comportamento. Eu não aceito. Não quero aceitar. Por favor, não aceite também. Sociedade, não me enoje. Chega de ter a mente pequena. Vamos evoluir. Combinado?

Ah! E podem ser educados, ok? Ainda não virou crime.

Olha só, meu primeiro texto e já vem cheio de indignação. Prazer, essa sou eu.
Nathaly, ao teu dispor! Mais uma pra compartilhar um pouco da vida – nada interessante – com vocês. E colaborar com Victinho, O traidor.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Falência II

Dez anos de “vermelhos” no poder. Olhe o que achei na revista Exame: – “Cerca de 20 em cada 1.000 crianças brasileiras morrem antes de completar 1 ano. Quase metade das residências não está ligada à rede de esgotos. E cerca de 15% dos brasileiros com mais de 25 anos estão enquadrados na categoria “sem nenhuma instrução escolar”. E eu acrescento, ainda temos mais de 1 milhão de residências sem energia elétrica. Beleza. Nada como contar com o voto de um povo analfabeto, fica fácil “progredir”. Mas seus dias estão em contagem rapidamente regressiva…

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Falência

Os “vermelhos” estão levando o Brasil à falência. Veja esta manchete da Folha: – “Brasil prepara plano para atrair mão de obra de fora”. Ao invés de melhorar a qualidade do ensino público, formar e treinar técnicos, não, isso não fazem. Dão, isso sim, esmolas do tipo bolsa isso, bolsa aquilo, cotas… Esmolas que a nada levam. Vão entregar o país a estrangeiros. – Ah, mas miserável pode comprar carro à vontade, isso pode, sem IPI e a pagar em meio século…

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Populistas e/ou farsantes

Curioso, os “populistas” que estão encastelados no governo há 10 anos querem acabar com a “extrema miséria” existente no Brasil… – Ah é, então há miseráveis no Brasil? Engraçado isso… E vão acabar com a miséria como? Sem um plano de “controle” da natalidade? Sem professores bem treinados, bem pagos e boas escolas públicas, é assim que querem acabar com a miséria? Enganam aos pobres que não sabem pensar, aos que se “anestesiam” com pequenas esmolas. Mas um dia a casa vai cair, ah, vai…

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Cá estamos nós de novo

Não ando numa fase muito boa pra escrever, mas "isso" que está abaixo me motivou e muito a tentar. 
Veja bem estas duas manchetes do Estadão: – “Estádio do DF será o mais caro da Copa”. E eu acrescento, até agora já gastaram R$ 1,1 bilhão nas obras. E isso para uma cidade que não tem futebol, imagine se tivesse. E agora esta outra manchete: – “Brasil tem 1 milhão de casas sem luz”. É informação da Agência Nacional de Energia Elétrica. Pode esse disparate? Agora pergunte quem foi o “presidente” que decidiu pela Copa no Brasil onde milhões de patrícios vivem sem água nem luz, pergunte. Ler jornal faz mal à saúde… Você lê e descobre os venenos da verdade…