quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Cotas

Faz algum tempo que as “cotas” entraram na moda no Brasil, é cota para isso, cota para aquilo e haja cotas… Sem essa! Cota é invenção de “populistas”, gentalha que se quer perpetuar no governo distribuindo esmolas, sem se importar com as conseqüências. Se a pessoa tem condição para um determinado trabalho que lute por ele, lute como os outros, sem vantagens indevidas e especiais. A melhor cota é a vergonha na cara, a luta por um ideal e a vitória pelo suor, o mais é comodismo de um lado e oportunismos de governos pútridos pelo populismo barato. E estamos conversados. À luta e à vergonha!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Não se deixem levar

Era cedo pela manha. Eu estava bem, acho que estava bem. Andava pelo pátio, pensava vagamente no dia pela frente e não me posso dizer nervoso naquele momento, não naquele momento, afinal, eu teria o dia pela frente para ficar nervoso. De repente, o rapaz da entrega de jornais joga-me por sobre o muro a  assinatura da Folha do Pai. Foi o fim do meu relaxamento. Na página 22, caderno Mundo, estava a bomba me esperando.

E se a leitora pensa que faço graça com esse assunto, não me conhece. Fico furioso com assuntos que envolvem homens diante dos direitos das mulheres. Homens não, esses trastes que andam por aí, em estonteante maioria, pintando e bordando com a educação dada pelas “mãezinhas” e depois reforçada pelas jovens mulheres nos relacionamentos com esses embustes vestidos de homem, repito, maioria.

No Google fizeram um estudo para ouvir pessoas, ouvir sobre o que devem, ou deviam, e o que não devem fazer as mulheres. Eram frases que deviam ser completadas – As mulheres não devem… As mulheres devem… E por aí.

O que mais os estúpidos do mundo responderam foi que as mulheres não devem votar, não devem falar na igreja, não devem trabalhar fora, não devem estudar e por aí… Vagabundos. Mas se a leitora pensa que isso é coisa lá do outro lado do mundo, cuidado. Bem que o seu filho pode pensar – dissimuladamente – assim, haja vista os direitos a que ele se dá na relação de namoro. Sempre o “ditador”, sempre a vontade dele, ai dela que corte o cabelo, que saia com as amigas, que volte tarde…

As razões básicas desse barbarismo de homens “por metade” vêm das religiões, todas misóginas, criadas por homens impotentes, e vem da força física – maior – do homem. Só, não vem de nada ou ninguém mais. Reajam, gurias. Reajam enquanto vocês estão vivas, isto é, vivas mesmo ou solteiras, o que dá no mesmo…

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Um banho de fúria

Entrei para o banho e, claro, antes de ligar o chuveiro, liguei o rádio. Liguei onde estava e onde estava ficou, na mesma frequência, na mesma rádio, ah, para quê… Ah, mas preciso dizer que quando liguei o rádio tocava uma música de violinos que parecia vir do céu, foi por isso que deixei naquela rádio que eu nem sabia qual era.

Bastou-me, todavia, entrar no banho para que a música parasse e viesse um atrapalhão – é assim mesmo a palavra, atrapalhão – falar em nome do senhor, não sei de que senhor ele falava, mas falava muito do tal senhor… A certa altura, o biscateiro pôs-se a falar de pessoas com as vidas enroladas, tumultuadas, cheias de encrencas, doenças, pobreza, tudo, e dizia que tudo isso era o resultado de forças do mal. E que essas forças do mal podiam ser mandadas embora, para isso bastava que o ouvinte… E dizia o que tinha que fazer.

A que forças do mal o analfabeto se referia? Não existem forças do mal senão as que vêm da própria cabeça da pessoa. Nenhuma força externa me vai derrubar se a minha cabeça não me derrubar antes. Mas vá dizer isso para os broncos, vá. É por isso que os do trambique vivem cheios de dinheiro nos bolsos; claro, vivem à custa dos pobres tapados. Força do mal só há uma: a que está na minha cabeça, na tua, na dele, na do padre ou do pastor… Precisei terminar o banho para desligar o maldito rádio…

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A vida e as roupas

Sentei para ler jornais e acidentalmente baixei os olhos, caíram sobre uma das minhas caixas de sapatos cheias de frases. Passou-me uma ideia pela cabeça. Deixei os jornais para depois, pensei um pouco e me ordenei. Fui a uma das caixas de frases e antes de pôr a mão lá dentro e tirar uma frase, fiz comigo mesmo aquele joguinho de crianças: a frase que sair será um sinal, afinal, acredito em sinais. Sabes o que saiu?

Saiu esta sentença, nada nova, mas eterna: – “A maioria das pessoas não têm necessidade de mais roupas. Elas compram não porque precisam, mas porque querem se manter na moda. Esqueça a moda! Compre o que você precisa. Vista suas roupas até que se estraguem pelo uso. Pare de tentar impressionar as pessoas com suas roupas, impressione-as com sua vida”. – Ah, essa última frase vale toda a idéia. Só que tem uma coisa: para impressionar pela vida que tenho – ou levamos – essa vida exigiu tempo, esforços, obstinações e, claro, um foco bem apurado sobre nossos objetivos. Muito difícil isso para a maioria que nem bula de remédios lê… É mais fácil, bem mais fácil impressionar, enganar os incautos, os desavisados, os que julgam as pessoas pelas roupas, pelos carros, pelas viagens tolas, de lazer barato, muito mais fácil é enganá-los com nossa “aparência”.

Bom não esquecer uma verdade que não pode ser negada, é a que nos lembra que damos um passo para trás quando nos defrontamos com uma pessoa competente e que quando abre a boca nos faz revirar os olhos a procura do que dizer… Competência, saberes, boa educação, bons modos “escandalizam” mas é também para bem poucos. Melhor então é dar uma passadinha ali na loja e fazer novas prestações, comprar uma roupa da moda. O que faz a maioria. Psss, falemos baixo!

Acostumados a perder

Muito difícil você ouvir uma frase que preste nas entrevistas de futebol, muito difícil. Ou porque os jogadores são quase todos, salvo raras exceções, analfabetos ou porque eles têm medo de falar um pouco mais, sabes como é… Mas dia destes ouvi um treinador dizer uma frase interessante. Se bem me lembro, foi o treinador do ASA, de Alagoas, se bem me lembro.

Ele disse que era preciso sacudir o time, que “os jogadores estavam acostumados a perder”… Não sei se ele se explicou mal ou se quis mesmo dizer o que disse. Gostei da frase e a trouxe para nós, leitora, leitor, para o nosso cotidiano. Muitos de nós também estamos acostumados a perder. E muitos ainda enchem o peito e dizem-se sem sorte, destino, Deus quer assim, e tolices rematadas como essas.

Isso é um modo “acostumado de ser e de viver perdendo”, como muitos jogadores e times no futebol. Quantos de nós vivemos repetindo que não temos sorte, que não temos jeito, que somos isso, somos aquilo, tudo para baixo? Essas pessoas esquecem que nascemos para a luz, para ser, para crescer, para não ter, enfim, limites.

Costumo dizer que o sujeito tem que entender que quem faz o salário é o próprio funcionário, a empresa oferece tanto, a pessoa aceita… Logo, foi ela quem fez o seu salário… Se a pessoa é competente e aceita ganhar pouco, de quem é a culpa?

Podemos ter uma vida afetiva mais gratificante, depende de cada um; ter uma saúde melhor, ter mais dinheiro no banco, mais estudos na cabeça, ser, enfim, um vencedor e não um “acostumado a perder”… Depende de quem?

Então, compadre, sem essa de estar acostumado a perder, a dar-se por vendido pelo “destino”, sem essa. Vamos para o campo e vamos para vencer!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pecado

Estava chegando à empresa quando um enorme pássaro preto, lindo mesmo, voou direto contra uma parede de vidro e caiu agonizante no nosso jardim. Morreu logo. Fiquei pensando: o que justifica o “destino” daquele bichinho? Que tipo de “pecado” ele cometeu para morrer de modo tão rude? A vida daquele bichinho não era diferente da vida de qualquer um de nós, de um magistrado do Supremo, por exemplo… Vida é tudo igual, por que o pássaro pagou aquele preço tão alto e cruel pela sua vida sem “pecado”? Ninguém me vai explicar a estupidez gratuita da vida e dos “destinos” diferenciados, ninguém, que ninguém tente…

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Nojo

Todos os anos é a mesma coisa, que nojo! Meados de Setembro, começam as dicas e reportagens nos jornais sobre como entrar em forma para o Verão que está chegando. Entrar em forma, claro, no corpo. Por que não entram em forma num novo modo de pensar a vida? De sair dos obscurantismos da moda, das tendências, das baladas, dos amores fajutos, das falsidades das aparências, hein, por que não isso? Entrar em forma, que nojo!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Perguntas sem respostas

Perguntas inúteis e sem respostas. Reportagem da revista Super Interessante trazia especulações e tentava respostas para as seguintes questões: Qual é o Sentido da Vida? Deus Existe? Alma Existe? Destino Existe? Há Vida fora da Terra? E outras questões menores. Sem as provas de laboratório, tudo fica na crença, na inventividade humana e, por isso, no fundo da alma, a desesperança.

Asilos

Se você tiver pai, mãe, avós, quem for, pessoas se seu afeto e respeito internadas em asilos, casas de repouso, centros geriátricos ou pousadas, visite-os. Mas o faça sem aviso prévio, chegue à casa de inopino, de repente, não se esqueça. Os idosos nessas casas costumam ser maltratados, é regra geral, comportadas as exceções que, sinto muito, mas não as conheço. Bem que gostaria. E diante da mínima suspeita, tire seus queridos de lá ou enfie o pé na porta… Não vá nos dias de visitas, tudo estará em ordem… Certo? Acho bom!
Ah! Quase esqueço-me de avisar: Eu voltei!

quarta-feira, 20 de março de 2013

A tal da vergonha

Um jornalista do The New York Times em artigo publicado pelo Estadão diz que – “O México parou de ler”. Diz o articulista que apesar de avanços econômicos, o país está entrando em um colapso social, porque muitos dos seus cidadãos não leem… Bom, mas espere aí, e o que dizer do Brasil, onde os jovens não leem nem bula de remédio? Não leem mesmo, nem escrevem uma redação sem brutalidades ortográficas e sintáticas. Futuro? Incompetências diplomadas!

terça-feira, 19 de março de 2013

Vergonha das tuas paixões

Um certo aluno em uma aula oratória, na fase dos 40 anos, foi chamado a falar e negou-se. Disse ao mestre que ela era uma nulidade na vida, não sabia fazer nada bem feito, não tinha idéias e sobre nenhum assunto poderia falar num a aula de oratória, estava no curso só para passar o tempo. O mestre não se deu por vencido: – “Mas como você diz que não sabe de nada, não se envolve com nada, não posso acreditar, claro que você deve gostar de alguma coisa”…

Nesse momento, o tal aluno, timidamente, sussurrou ao professor que na verdade gostava de alguma coisa sim, mas que tinha vergonha de falar. Acabou contando que tinha uma formidável coleção de caixinhas de fósforos, caixinhas de todo o mundo. Foi a gota.

O professor chamou o aluno lá na frente e disse que todos iriam ouvir um grande colecionador de caixinhas de fósforos. – Por favor, senhor fulano, fale! O aluno tinha dois minutos para falar. Segundo conta a história, se o tal aluno não tivesse sido interrompido estaria falando até agora, o sujeito literalmente “pegou fogo” falando de sua paixão. A lição que fica é essa, todos temos uma paixão, uma arte, um talento, escondido ou não. É dar rédeas a esse talento. Vai dar certo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Perdas

Todos os que trabalham com carteira assinada têm direito a um dia de folga, pois não? Além disso, muitos trabalhadores têm semanas de cinco dias, certo? Então para que servem os tantos feriados brasileiros? Neste ano, os prejuízos da indústria nacional em razão dos múltiplos feriados vão chegar a R$ 42 bilhões. Quem paga isso? Feriados inúteis e cujas datas nada de importante significam. E ainda que significassem… Há feriados demais, trabalho de menos e seriedade quase nenhuma em quem legisla e pensa este país, em todas as ordens…

Igualdade

É bom que os pais não se esqueçam de educar os meninos e as meninas por igual. Em tudo. O que uns podem, as outras também podem, tudo por igual. E essa educação saudável para as igualdades começa na porta da maternidade, com os primeiros brinquedos dados à criança. Ah, e sem essa odiosa vilania do cor-de-rosa para as gurias, a cor da submissão e da “disponibilidade”… Ou tudo por igual, desde o berço, ou a encrenca aqui fora vai ficar cada vez pior

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Plágio

Escrevo porque preciso reviver algo que em mim dormiu, neste momento me sinto frio e sem amor, me sinto roubado - como se toda a minha poesia, ou mesmo a de outras pessoas, fossem levadas de mim - me sinto plagiado sem ter composto, me sinto só. Quero reviver algo que nunca tive, mas que realmente senti, quero reviver toda a falta que as borboletas fazem no meu estomago, quero reviver o medo de respirar próximo á alguém e quero compor algo que seja bonito a todos os olhos.

Essa nostalgia pelos amores passados que não passa, essa vontade louca de fugir com toda a poesia deste mundo para um lugar só meu e dela, pois se a falta que sinto não será recuperada, espero que no mínimo as canções de amores e devaneios, sejam só pra mim; Sempre a mesma história 'Le petit prince égoïst, sempre o príncipe que também quer cantar mas não sabe, o príncipe que realmente só pensa em dormir e quase nunca termina algo o que começou. Acho que a falta de inspiração me faz escrever para todos, mas principalmente escrever aos amores passados, que neste momentos se encontram felizes ou não mais vivem, com seus beijo e afagos que nunca me foram concedidos e com toda a poesia que me foi plagiada. Escrevo não pela falta de algo que me completa, mas pela falta de algo que não me faça dormir, porque está tão difícil sem você, seja lá quem você for.

Está difícil, porque o pequeno príncipe egoísta, está vendo que talvez as coisas não aconteçam como ele quer e que o amor não bate na sua porta como nos filmes, deve ser por isso que o príncipe se ligou tanto ao cinema francês, deve ser porque ele sente esta necessidade de ser de todo mundo e todo mundo ser dele também.

Escrevo porque gosto da sensação de me sentir frágil, escrevo porque gosto de ser eu mesmo mas principalmente porque gosto de ser muitas pessoas. Escrevo pela falta do que sinto tão presente que parece nem faltar, porque sinto todo este sentimento que vai saindo como uma explosão de palavra que talvez nem tenham um sentido completo. Escrevo não porque tenho ciúmes de todos, mas porque tenho inveja de toda a felicidade que bate em tantas portas mas errou meu endereço e mesmo que ela toque minha campainha pela madrugada e eu estiver acordado, terei medo de atender - até de felicidade os ladrões se disfarçam hoje em dia. Roubaram minha felicidade, levaram-na sem a minima vergonha e usaram-na sem o minimo pudor, foi como um estupro a minha felicidade, um abuso, um plágio! Me indigna saber que pessoas como eu são assaltadas todos os dias e eu escrever sobre isso não mudará nada, porque ninguém merece minha poesia e muito menos a minha felicidade!

Escrevo porque nunca soube ser sucinto ou explicar meu sentimento, não consigo me definir, só peço que devolvam a minha felicidade, devolvam os beijos que eu deveria ter dado, devolvam as cartas que eu deveria ter recebido, devolva as canções que deveriam ter me oferecido, mas acima de tudo, devolvam meu coração que se encontra em qualquer lugar de menos a onde ele deveria estar, apaixonado por alguém que não ama e sofrendo por amores impossíveis como nos filmes. 

Escrevo porque o pequeno príncipe egoísta uma hora terá de adormecer, sentir a nostalgia e a vontade incontrolável de chorar, até que ele se lembrará que suas lágrimas não tem motivo nenhum para existirem, são lágrimas para ninguém.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Cotas

Diz uma pesquisa do Ibope que dois em cada três brasileiros são a favor das cotas nas universidades. – Ah, é? E quantos são a favor da meritocracia no trabalho, nas salas de aula, nas responsabilidades de marido ou mulher, de filhos, gerentes ou empregadinhos, quantos? Só querem moleza, vadios? É isso o que produz o populismo vermelho…

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Frase

Li a frase e fui buscar a tesoura, achei-a boa. Recortada a frase, ela foi para uma das minhas caixas de sapatos, cheia delas. A frase é da Clarice Lispector: – “Metade das coisas que eu faria se fosse eu, não posso contar”. Bah, eu também. Ocorre que não somos nós, somos máscaras que vivemos e convivemos com expectativas sobre nós e os outros. Somos “personas”, máscaras de personalidade. E quanto a ela não poder contar o que lhe passa pela cabeça, bah, igualzinha mim e a você… Nossa cabeça, só nós o sabemos, é um caso de polícia, como dizia Machado de Assis. Vem daí a raiz da infelicidade, mas sem as máscaras viria, mais rápido ainda, a nossa destruição…

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Não é loucura, é cultura!

Era pra ser só mais uma aula, mas não foi. Às vezes - sempre - ficamos tão concentrados em nossas vidas, rotinas e objetivos que esquecemos que existe um mundo aí fora. Um mundo repleto de acontecimentos, e nesse caso, chocante.
Mas vamos ao que interessa. Em Camarões - país africano - existe um método conhecido como "passar os seios". Isso mesmo. As mães "massageiam" os seios das filhas com uma pedra quente, é uma forma de atrasar o metabolismo feminino para que as garotas pareçam mais jovens. Isso ocorre porque muitos pais temem que suas filhas atraiam os olhares masculinos logo que os seios começam a se desenvolver, correndo o risco de serem estupradas e acabarem engravidando, impedindo assim, que as jovens continuem os estudos. Apesar dos riscos, uma em cada quatro mulheres camaronesas se sujeitam a essa prática para continuar frequentando as aulas. E, esses riscos, não são poucos. "Massagear os seios com pedra quente pode causar o desenvolvimento de úlceras, cistos, infecções e até mesmo câncer de mama" explica Nzhié, do Hospital Central de Laundê. Há casos em que podem ser observados o total desaparecimento ou dissimetria do seio (um seio maior que o outro). Sem contar os danos psicológicos. Atualmente, existem campanhas que incentivam o fim dessa prática, mas ainda é uma coisa um tanto distante da realidade. Chocante, não? Pois é. Daí você vai analisar a situação, e compara com os outros países. Mas vamos nos ater ao Brasil. Não é difícil ver as crianças e jovens reclamando de ir pra aula - não se enganem, eu fazia isso também - enquanto em outros países, jovens se mutilam pra poder estudar. E aí? Vamos valorizar mais as nossas oportunidades? Ou vocês gostam de tomar esse "tapa na cara"? Eu não. Aliás, voltarei as apostilas. Sem mais.



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Tributos religiosos

Um conhecido meu diz que está disposto a ficar rico, que está chateado de ser pobre. Disse-me que vai memorizar meia dúzia de “falsas verdades religiosas”, vai alugar um galpão e vai treinar a língua para o teatro, e diz que o resto será moleza. Que vai passar a conversa nos ignorantes e que, mais que tudo, vai-se livrar definitivamente de ter que acertar as contas com o imposto de renda, que toda a sua renda lhe será isenta de tributação. Não sei se ele tem razão por estar seguindo a linha de enganar os demais. Mas o que vamos fazer? O povo hoje gosta de ser ludibriado...

Negativo

Foi no Piauí. Salvo alguns casos, assassino para mim é bandido, e esse cometeu um homicídio qualificado, está preso. Agora, o bandido fez um desses vestibularezinhos criados pelos “vermelhos, um tal de Sisu, passou e quer frequentar a faculdade. E um monte de ordinários dando força a ele. Negativo, vais ficar no teu devido lugar de agora, depois, depois de solto, e se for o caso, podes tentar outra vez. Só depois. Ou então, consultes a vítima que foi bandidamente assassinada, safado!
E antes que reclamem. Oportunidade é o escambau!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Memórias

Dia destes, li um texto interessante sob o título: – “Memórias das coisas que não vivi”. O autor referia-se à imensa caixa de fotos que ele tem em casa, fotos tiradas de incontáveis viagens que fez. Fotos, fotos e mais fotos. E ele dizia que naquele tempo, o importante para ele era tirar as fotos, registrar o momento para vê-los mais tarde e, principalmente, mostrar aos amigos… Que estúpido! Mas é exatamente o que hoje fazem multidões pelo mundo, fotografam, postam e pensam que viveram os cenários das fotos. Não viveram, apenas fotografaram para os “outros”.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Vergonha na cara

A outra, despudorada, vai à delegacia dar queixa do “marido” que quase a estrangulou. Não foi a primeira vez. Ela contou para o delegado que está com ele há quatro anos e que há quatro anos ele a surra. Tem cabimento a despudorada dizer isso? Apanha há quatro anos e está com o covarde? E o pior, faz denúncia na delegacia e nega na frente do juiz, salva a pele do vagabundo que ainda vai matá-la. Chego a dizer que ela merece, por tamanha falta de vergonha na cara.

Fazem 6 anos

Há momentos na vida que precisamos parar e pensar. Parar e pensar mesmo. Nesses momentos, é bom ter memória, ter “remédios” que nos evitem afundar no desespero, na dor, na depressão. Estou falando dos que sobrevivem, não falo dos que morrem, para esses não há mais o que fazer, sobra-lhes apenas a eternidade do nada.

São frases que visam ao conforto, a evitar os riscos, a preservar-se em tudo. Tudo inútil. Ao ouvir frases desse tipo, lembro do cangaceiro Lampião. Ele dizia que “o teu medo não te preserva do destino”. Formidável. De nada nos adianta ir para baixo da cama da vida para fugir ao que nos está reservado…

E será que há um destino que nos está reservado? Recuso-o peremptoriamente. Seria um abutre o autor desse destino, prefiro acreditar no livre-arbítrio, no acaso, no acidental. De outro modo, a vida seria insuportável, um destino seria uma crueldade de um monstro metafísico. Sejamos prudentes, cuidadosos e isso já nos dará bons momentos na vida. Ficarmos presos dentro de casa para fugirmos aos riscos é covardia que leva a não-vida.

Tenho ainda uma outra frase, parente da anterior. Essa frase diz – “Quem tem medo se enterra vivo”. Também do Lampião. A frase é tão verdadeira que não a vou discutir. Melhor, então, é vivermos, sem medos mas com as prudências do bom senso. No mais, no mais está o grande mistério da vida, a “cortina de fumaça” que nos separa a realidade do imprevisto…

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O que tiver que ser, será!

" Eu, o Velho Marujo. Tenho aprendido tais coisas, não por ser sábio, pelo contrário, no método da tentativa deveras exagerei na permissão de errar. E dentre aqueles que buscam ou buscaram por egoísmo, percebi que era o egoísta-mor, o principal dos mesquinhos, e que minha pequenez de espírito ultrapassou o permitido. Fiz-me vitima quando por vezes era o vilão. Mas, acreditem, aprendi! Cá estou. Porém, sem ideais intangíveis, inatingíveis ou sonhos mirabolantes, sem estar a procura do amor perfeito, o par perfeito, mas da cumplicidade perfeita,  já que perfeição é dadiva dos deuses e de divino nada temos. Pés no chão! Aprendi que existem sete mares, mas não preciso conhecer a todos ao mesmo tempo. Vamos navegar! Mas agora, um mar por vez! "

- O Velho Marujo.

Ás vezes sinceramente me pergunto se algum dia encontrarei um " alguém que seja meu ". Mas dizer " que seja meu " parece até que me refiro a um objeto. 
Muitas pessoas buscam o  seu " amor perfeito ", a plena felicidade ao lado de alguém.... Mas sabemos que essa plena felicidade não existe.
Não é ter alguém, e sim estar ao lado de alguém. Compartilhar os piores e os melhores momentos, caminhar, sonhar, errar e aprender ao lado de quem também te queira.
Há aqueles que preferem a solidão... há aqueles que preferem não se prender  a ninguém.
Não adianta negarmos, sempre estamos a procura de algo ou de alguém, lá no fundo todo mundo  sente essa vontade incontrolável de se arriscar...
Sonhe, viaje, conheça novas pessoas, sorria, expanda seus conhecimentos, seus conceitos, viva a si mesmo. Pois, apesar de " querermos algo ou alguém" tudo acontece no seu devido tempo, tudo acontece, exatamente, quando deve acontecer.. não importa a hora, o local, o clima. 
Simplesmente acontece....

E se você morresse antes?

E se você não tivesse tempo para fazer tudo que planejou? Já parou pra pensar nisso? Pois é, eu já. São muitos planos, e sonhos. Infindáveis coisas. Não vou listá-las pois já me demorei demasiadamente. Então, vamos ao devaneio. Já reparou que sempre adiamos os sonhos? "Ah, tudo bem. Esse ano não deu, mas ano que vem será o ano". E a grande questão: por que nos contentamos em viver assim? Empurrando tudo com a barriga, sempre. Deixando de lado coisas que nos fariam muito bem. Aceitamos tão bem que até nos convencemos que era bobagem. Não, não era bobagem. Não é bobagem. É claro que nem tudo sai como planejado. Mas e daí? Será que é covardia? Ou só estamos desacreditados? Já ouvi pessoas falando que dou o passo maior que a perna. Não retruquei. Não vou retrucar. Não ando com paciência para lidar com pessoas que deixaram seus sonhos passar e não fizeram nada. Apenas adiaram. E provavelmente nunca farão. Apenas sorrio. Eu não vou ser assim. Tenho ânsia de viver, ou pelo menos tentar. Não quero mais adiar sonhos. Não sei o que haverá amanhã. E na verdade, nem quero saber. Mas seja o que houver, não me absterá.

Que moda é essa?

Ela é jovem, tem 26 anos, faz novelas na tevê e tem a vida pela frente, essa é a hipótese, a vida pela frente. Dia destes, a moça, cujo nome preservo, deixou-se fotografar no "Castelo de Caras". Fez caras e bocas e algumas frases na entrevista que concedeu. Peguei uma das frases, afinal, você sabe, sou “caçador” de frases. Não sei o que seria de mim sem minhas frases, minhas e dos outros, mais dos outros que minhas. E as frases, sabemos, nos revelam. Por mais que vigiemos os lábios, cedo ou tarde, nos revelamos por uma frase fugidia…

Pois essa moça fez uma frase, e é isso o que interessa, que me levou a contestá-la. Contestar não é brigar, é discutir, e discutir, sabemos, leva à luz. Seria odiosa a vida se as frases fossem fechadas em si mesmas, sem que as pudéssemos contestar, discuti-las, invertê-las ou mesmo mandá-las ao diabo.

A frase da guria é esta: – “Sei que ficou fora de moda, mas me vejo em um casamento duradouro”. Ela tem 26 anos, tem vida cheia e diz que acredita, ainda que esteja fora de moda, que vai casar e o casamento vai durar. Agora é assim, pensa-se no casamento e casa-se já pensando na separação, quase apostando que não vai dar certo. E não vai mesmo, não com o que anda por aí vestido de homem. E que me desculpem os companheiros, as mulheres, ainda que frívolas, muitíssimas delas, ainda assim são mais confiáveis, são mais gente. São eles que acabam os casamentos, levando as parceiras ao desencanto, senão ao desespero.

Mas que é triste é, uma moça dizer que “espera”, ainda que fora de moda, um casamento que dure… Então, a moda é essa: casar já esperando pela separação. Que horror! São os tempos...

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Vai granito aí, Curitiba? Não, obrigada.

Novo desfecho na polêmica. Desta vez, não desagradou.
A atual gestão decidiu que vai utilizar o restante das placas de granito que já haviam sido compradas – mil metros quadrados – para concluir a revitalização das calçadas da Avenida Bispo Dom José, no bairro Batel. Os 4,2 mil metros quadrados restantes da obra serão finalizados com placas de concreto. As novas placas representam uma economia de no mínimo R$ 84 por metro quadrado. 

“Não vamos impor obras e fazer com que decisões sejam impostas de cima para baixo à população. Todo mundo gostou dessa solução e ela será feita a partir de agora”, disse o presidente do IPPUC, Sérgio Póvoa Pires.

Já é um começo. Isso mostra a todos que não devemos ficar calados perante a injustiça. O dinheiro é de todos, e para todos. Esperamos ver decisões sensatas também para o dinheiro que será economizado, já que ainda há bairros que não possuem calçadas. De certa forma, estou satisfeita. Por enquanto. Sem mais delongas, até breve.

P.S. se você tem sapatos italianos e não quer estragá-los, arrume alguém para te carregar no colo. 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Tapa na cara

Certos membros do judiciário dão um tapa na cara da sociedade honesta, e o fazem ao liberar para Natal, Dia das Mães, Páscoa, o que for, bandidos condenados. São os tais indultos de datas especiais. Acabei de ouvir na televisão que mais de 2.000 desses biltres condenados não voltaram à prisão depois das “férias” indevidamente a eles concedidas no Natal. Quem assina a saída dos bandidos tem que assumir por tudo o que eles fizerem de ruim fora da cadeia, prenda-se o seu “padrinho” de soltura… Chega. Chega de tapas na cara das vítimas dos bandidos e da sociedade trabalhadora.

Vai granito aí, Curitiba?


Nova polêmica. Mas diferente de outras, essa me chamou a atenção. Não por ser na minha cidade, mas por ser (mais) um desperdício de dinheiro público - na verdade, não sei porque o espanto - que deveria ser destinados para o bem de todos os curitibanos. Sim, pois é. Está sendo colocada calçada de granito (sim, meu caro leitor) texturizado e antiderrapante, que não sai por menos de R$ 70 o metro quadrado.
"O custo total dos trabalhos, incluindo iluminação e asfalto será de R$ 3,5 milhões, financiados pelo Fundo de Desenvolvimento Urbano, do governo estadual. Segundo o engenheiro responsável pela obra, a escolha do granito visa valorizar a área." Ah então assim, sim! Por que não falou antes? Se é pra valorizar a área tudo bem. Não tem problema. Pra quê se importar com os outros bairros que nem calçada tem? Imagina. Deixe que o povão que mora nos bairros pobres se lasquem! Podem andar no meio da rua, afinal, se morrer atropelado será menos um para cobrar melhorias. Ainda, olhando notícias sobre o tal assunto me deparo com o infeliz comentário: "Eu moro no Batel, acho que as calçadas tem que ser de granito mesmo para combinar com o nosso nível social. É muito ruim sujar o meu sapato italiano nessas calçadas 'vagabundas' de cimento." Olha meu querido, por mim, você pode pegar seus sapatos italianos e enfiar - exatamente isso que você pensou - num bazar pra vender e ajudar alguém que realmente necessite. Obras paradas, vamos ver até quando! Infelizmente, o granito é antiderrapante. O que é uma pena.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O que mais inventarão?

E agora essa: – “Prostitutas de Belo Horizonte têm aulas de inglês para se preparar para a Copa”. Tenho a primeira frase sugestão para essas aulas: – “No condom, no sex”. Quero dizer, sem camisinha, nada de sexo… E a outra frase é: Money first. Dinheiro primeiro.

Quanta ética...

Quando digo que ética nas empresas é tão rara quanto dinossauros  há quem me pense errado ou mau. Li no Estadão sobre empresas que foram duramente criticadas por produtos vendidos e sem a devida proteção ao consumidor. E os clientes nas redes sociais “queimaram” as empresas. O que fizeram seus diretores? Criaram um serviço especial de atendimento ao consumir em redes sociais. Mas ficou claro que – “Mais do que a intenção de resolver o problema do cliente, o que as empresas querem com essa agilidade é preservar a sua marca…” Leste bem? Preservar a marca, é isso o que lhes importa, aos chatos dos clientes um teatrinho para enganá-los. Éticos, hein!

E esse encantamento, é o que?

Ando encantada. Encantada pela vida, pela graça. Sorrisos fáceis, sonhos distantes. Estórias que me roubam a atenção. Pensamentos que vem, e vão. Nem sempre entendo, acho que nem quero entender. Sei que esse encantamento me pegou de jeito. Há tempos não tenho muita fé na humanidade, isso lá é verdade. Mas ainda acredito. Na verdade, voltei a acreditar. Pode ser que eu me arrependa, ou me surpreenda. Vou esperar, depois eu aviso. Talvez "isso" seja a convivência com pessoas interessantes, de ideias feitas. Mas ideias boas. Que se encantam também, e me encantam mais ainda. Me sinto bem agora. Gosto disso. E seja o que for, não quero que se vá. Desejo que esse encantamento pegue você também. Te faça acreditar. Aliás, te faça bem. Tanto quanto tem feito a mim. Te roube sorrisos, arranque suspiros e faça enxergar a beleza. Vamos sorrir mais, é saudável.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Homem não faz isso

Era um programa na televisão, desses programas populares, muitos sorrisos fáceis, gentilezas postiças, tudo leve, o mais gracioso possível. Agora é assim, ninguém pode falar sério, se o fizer que o faça sorrindo… Verdades, durezas nuas e cruas, ah, isso não, isso está fora da grade de programação das emissoras. Tudo tem que ser leve, sem qualidade, bem ao gosto e cara do telespectador maioria…

Mas como disse, era um programa de televisão onde tentavam falar sério, falavam sobre endividamento. A meu juízo, nada é mais sério do que falar de educação financeira, controle emocional diante dos ímpetos de consumo, essas coisas, enfim, que têm levado multidões ao sofrimento por confundir desejos com necessidades. Desejo eu tenho de ir ao Sudão, mas é só desejo, não necessidade. Necessidade eu tenho é de alimentar-me, isso sim. Desejo é uma coisa, necessidade é outra. Enfim, entre sorrisos, discutiam endividamento.

Todas as pessoas entrevistadas contavam, entre sorrisos, no que se tinham endividado. Todos davam suas explicações, fiz uma viagem, comprei carro, comprei roupas caras, isso e mais aquilo. Foi aí que uma morena contou que se endividou porque decidiu trocar toda a sua cozinha. Todos riram. Eu fiquei sério. Só não levantei da cadeira para dar um beijo nela porque beijaria a tela da tevê…

Por que fiquei tão aceso com o “endividamento” da moça morena? Porque ela se endividou tipicamente como mulher, pensou na casa dela, pensou na cozinha da casa dela, na família, homens não fazem isso. Os bermudões se endividam com besteiras, como crianças com pirulitos. Já a mulher não, ela pensou na casa dela, na cozinha, exatamente no lugar onde está o cérebro da casa. Não é no quarto do casal, não; no quarto estão as rotinas, as grandes decepções, os inesquecíveis desacertos, as impotências existenciais… Mulher que se endivida gastando na casa tem a minha admiração. Homem não faz isso.

Amanhã... Será?


Nos meus devaneios – que não são poucos – arrisco-me a pensar na vida. Não na minha, ou na sua. Na vida, como um todo. De tudo, de todos.
Não é incrível como coisas tão pequenas criam uma magnitude esplendorosa?
Algo que começa tão pequeno, e vai se desenvolvendo. Criando um fascínio tão grande, que poderia passar horas observando e nunca saciaria o desejo de conhecer, de dominar. Não sei como começa, talvez, ninguém saiba. Mas acontece e, no fim, é só isso que importa. Ah, a vida. Uma junção do amor ou da ciência e está lá: um ser tão pequeno com uma capacidade enorme de trazer mudanças. Às vezes boas, outras não. Mas há sempre uma esperança. Como uma planta que brota em meio ao solo árido, trazendo acalento ao aflito caboclo. A esperança que as coisas mudem. Que as pessoas mudem, que mudem o mundo. Que o novo ser – com sua inocência – consiga mudar. Novo tempo, novo riso, nova vida. Esperança que vai, esperança que fica. Por que não sonhar, não acreditar? Afinal, se não há esperança não há motivos para a vida.

domingo, 13 de janeiro de 2013

É em que ano?

Já estamos na segunda semana de 2013. E aí, já puseste em prática algum dos sonhos ou das promessas para o ano-novo? Ah, não era para 2013? É para o ano que vem, ah, tinha entendido mal, então. Desculpe! Ano que vem…

Vadiagem

Esfregue os olhos. Esfregou? Agora leia esta manchete: – “MEC vai dar bolsa de R$ 400 a cotistas”. Abaixo, lê-se: -“Valor será pago a estudantes que ingressarem em universidades federais”. Quer dizer, entrarem pela porta dos fundos, sem a meritocracia exigida dos “comuns”, e ainda ganham um “salário”. E quem vai pagar esse salário é o trabalhador brasileiro, dinheiro que não raro lhe falta para os próprios filhos. Governos populistas são assim, cumprimentam com o chapéu alheio e dane-se o mérito, a dignidade, a honra. Por falar nisso, algum condenado do Mensalão está preso…?

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Estereotipagem


Mais cedo, estava eu, divagando e me ocorreu que somos muito medíocres, não?! Perceba o que quero dizer. Como todos os dias, peguei o ônibus pra trabalhar – sou muito pobre, mas não vem ao caso – e me deparei com a seguinte situação: uma senhora entrou com uma criança pequena, e logo à sua frente estava uma moça com trajes um tanto sensuais. Até então, tranquilo, nada anormal. No outro ponto, a moça desceu. Foi então que eu ouvi a criança falar: - Que puta essa mulher! A mãe simplesmente concordou e não tocaram mais no assunto. Aí, eu comecei a analisar o comportamento humano. Cresci com os mesmos pensamentos, porque me ensinaram isso. Mas, me orgulho em dizer que fui atrás da minha verdade. Pessoas não são putas quando usam roupas pequenas. Não são preguiçosas por nascerem em determinada região do país. Não são inteligentes por serem asiáticos. É desse jeito que pretendem criar os filhos? Ensinando-os desde pequenos a criar esses estereótipos ridículos? E pior ainda, o que aquela fedelha tinha a ver com isso? Nem deve saber o que significa a palavra puta, e já se mete na vida alheia. Há quem diga que sou arrogante, e não é mentira. Também digo isso para algumas pessoas. Mas a verdade é: somos evoluídos demais pra aceitar esse tipo de comportamento. Eu não aceito. Não quero aceitar. Por favor, não aceite também. Sociedade, não me enoje. Chega de ter a mente pequena. Vamos evoluir. Combinado?

Ah! E podem ser educados, ok? Ainda não virou crime.

Olha só, meu primeiro texto e já vem cheio de indignação. Prazer, essa sou eu.
Nathaly, ao teu dispor! Mais uma pra compartilhar um pouco da vida – nada interessante – com vocês. E colaborar com Victinho, O traidor.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Falência II

Dez anos de “vermelhos” no poder. Olhe o que achei na revista Exame: – “Cerca de 20 em cada 1.000 crianças brasileiras morrem antes de completar 1 ano. Quase metade das residências não está ligada à rede de esgotos. E cerca de 15% dos brasileiros com mais de 25 anos estão enquadrados na categoria “sem nenhuma instrução escolar”. E eu acrescento, ainda temos mais de 1 milhão de residências sem energia elétrica. Beleza. Nada como contar com o voto de um povo analfabeto, fica fácil “progredir”. Mas seus dias estão em contagem rapidamente regressiva…

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Falência

Os “vermelhos” estão levando o Brasil à falência. Veja esta manchete da Folha: – “Brasil prepara plano para atrair mão de obra de fora”. Ao invés de melhorar a qualidade do ensino público, formar e treinar técnicos, não, isso não fazem. Dão, isso sim, esmolas do tipo bolsa isso, bolsa aquilo, cotas… Esmolas que a nada levam. Vão entregar o país a estrangeiros. – Ah, mas miserável pode comprar carro à vontade, isso pode, sem IPI e a pagar em meio século…

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Populistas e/ou farsantes

Curioso, os “populistas” que estão encastelados no governo há 10 anos querem acabar com a “extrema miséria” existente no Brasil… – Ah é, então há miseráveis no Brasil? Engraçado isso… E vão acabar com a miséria como? Sem um plano de “controle” da natalidade? Sem professores bem treinados, bem pagos e boas escolas públicas, é assim que querem acabar com a miséria? Enganam aos pobres que não sabem pensar, aos que se “anestesiam” com pequenas esmolas. Mas um dia a casa vai cair, ah, vai…

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Cá estamos nós de novo

Não ando numa fase muito boa pra escrever, mas "isso" que está abaixo me motivou e muito a tentar. 
Veja bem estas duas manchetes do Estadão: – “Estádio do DF será o mais caro da Copa”. E eu acrescento, até agora já gastaram R$ 1,1 bilhão nas obras. E isso para uma cidade que não tem futebol, imagine se tivesse. E agora esta outra manchete: – “Brasil tem 1 milhão de casas sem luz”. É informação da Agência Nacional de Energia Elétrica. Pode esse disparate? Agora pergunte quem foi o “presidente” que decidiu pela Copa no Brasil onde milhões de patrícios vivem sem água nem luz, pergunte. Ler jornal faz mal à saúde… Você lê e descobre os venenos da verdade…